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O direito a vida em primeiro lugar...
Um
trabalho realizado com união, esperança e dedicação"
Como colaborar com o trabalho do Instituto? Tonando-se um Multiplicador
O trabalho de prevenção e conscientização da paternidade deve começar por você mesmo, através de uma reflexão acerca do tema, além disso, se você é pai ou mãe, assuma sua função e se ainda é filho, vale a pena repensar que futuro pai ou mãe deseja ser.
A prevenção pode começar com as gestantes, pais, mães e crianças. Com as gestantes pode ser identificando as mulheres grávidas, auxiliando para que façam o pré – natal e durante esse período preparem os documentos necessários para o registro da criança e que se possível esse seja feito já na maternidade, oriente para que a gestante faça parte de um grupo de gestantes para que a futura mãe possa entender cada período de sua gestação e assim conseqüentemente se preparar para o parto e construir a sua função e seu papel de mãe.
É importante esclarecer as futuras mães da importância não apenas do nome paterno no registro, mas da participação efetiva do pai no desenvolvimento da criança, as mães são fundamentais para o reconhecimento, elas podem contribuir muito e muitas vezes são elas que facilitam esse processo. E esclarecer todos esses outros fatores ao pai da criança se for possível.
Com os pais – pai e mãe - que você identificar a ausência do reconhecimento, a ausência de afeto ou de qualquer outra condição básica -referente à paternidade- para o desenvolvimento da criança, é possível conscientiza-los ressaltando a importância da paternidade e o que a falta dessa figura poderá representar na vida da criança.
As crianças tenham elas ou não um pai, são extremamente importantes para a nossa busca por uma mudança cultural, são elas os futuros pais e mães, por isso fale a elas da importância da paternidade, da responsabilidade de ter um filho e que por isso essa deve ser uma escolha consciente, da mesma forma você pode orientar os jovens para que evitem a paternidade precoce e para que quando forem pais, sejam responsáveis.
Se você conhece alguém que não tem paternidade reconhecida, oriente-o para que procure auxílio, e diga a essa pessoa que ter um pai é direito de todos inclusive dela.
Não esqueça que a história de cada indivíduo é única e que algumas vezes é preciso que algumas coisas sejam adequadas, respeite acima de tudo todos com quem abordar o tema, cada um possui uma realidade, não imponha a sua, mesmo que não concorde com a atitude ou opinião de alguém, é importante respeita-la, seja sensível e solidário ao problema do outro, talvez ele não tenha tido ainda a oportunidade que você está tendo de refletir sobre o assunto.
Para que seu trabalho tenha efeito um dos fatores mais importantes é que você realmente acredite que a paternidade é importante para qualquer indivíduo, por isso lembre-se que a mudança deve começar por você!!!
Se você encaminhar alguém ao Instituto Paternidade Responsável, oriente para que leve o endereço do suposto pai, ou número de telefone para contato, além disso os documentos necessários (original e cópia) :
- Carteira de identidade da mãe ou do responsável;
- CPF da mãe ou do responsável;
- Declaração de nascido vivo da pessoa à ser reconhecida;
- Certidão de nascimento da criança; (se já possuir).
Para o registro da criança no cartório são necessários os seguintes documentos originais:
- Carteira de identidade (ou algum outro documento de identificação) da mãe e/ou do pai. Se os pais forem casados a Certidão de Casamento é suficiente, mas caso não sejam são necessários os documentos dos dois e a presença do pai; Caso a mãe registre apenas no nome dela é necessário apenas a identificação de mãe;
- Declaração de nascido vivo (é necessária sempre, sem ela o registro não será efetuado).